Se você já passou horas configurando MCPs (Model Context Protocol) em diferentes clientes, ambientes ou projetos, sabe exatamente do que eu estou falando.
Você copia um JSON daqui, ajusta credenciais ali, muda endpoint, troca chave, testa… funciona. Aí decide usar outro cliente. E começa tudo de novo.
Depois cria outro projeto. E repete. De novo.
Chega uma hora que a pergunta vem naturalmente:
Por que eu estou configurando as mesmas coisas várias vezes?
Foi exatamente essa dor que me fez olhar com mais atenção para o MetaMCP.
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